sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Um pouco de teologia no formato mangá

Se o caro leitor é como eu e tem várias paixões (não digníssima esposa, você é única no plano das relações interpessoais!) e é curioso, talvez este mangá o interesse. Que tal descobrir um pouco mais sobre o budismo por meio de um mangá?
Essa foi a proposta do título "A História de Buda em Mangá". Lançada em Março deste ano pela singela, porém audaciosa editora Satry, o mangá conta a história do príncipe Sidarta Gautama. 
Gostei de ver que os traços, apesar de simples, tem personalidade (não está imitando ninguém) e aparenta ter um pouco de humor, o que dá um sabor mais especial. O melhor é que, diferente de algumas editoras que optam pelo formato gibi convencional (no qual você lê da esquerda para a direita), A História de Buda em Mangá (como o próprio nome diz)  é invertida, começando da direita para a esquerda, como as demais publicações deste estilo, o que, segundo uma aluna minha (e eu concordo!) dá um toque para a leitura.
Para quem mora ou tem disponibilidade de dar uma voltinha por Sampa, haverá palestra sobre o mangá em questão no dia 30 de agosto (Quinta-feira) na Livraria Martins Fontes na Paulista, próxima da estação Brigadeiro. O evento começará 'as 18h30.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Símbolo do desenho Brasileiro nas telinhas

É bom ver que a indústria dos quadrinhos tem apresentado evoluções no mercado nacional. Se bem que, enquanto desenhistas japoneses começam na Shonnen Jump e terminam com grandes produções de séries de animes e até longa metragens, no país de várias cores na bandeira, as cores do quadrinho caminham mais lentamente para as telinhas.

De qualquer forma, é muito bom ver que o Sr. Maurício de Sousa e Equipe continuam na ativa, representando os quadrinhos brasileiros e a possibilidade de sucesso. Um dos exemplos é o retorno do desenho animado da dentuça mais querida (apesar de agressiva) a um canal de renome, que é o Cartoon Network.

Mais que simplesmente aparecerem, que tal uma interação com outros clássicos internacionais, como Pepe Lepew? SIM!!!!! (Eu amo quando as séries e diferentes desenhos se entrelaçam). Tá certo que isso, por enquanto será nos reclames do canal, como fizeram com a galera do Sítio do Pica-pau Amarelo, mas já dá gosto de ver. Os novos episódios começam no dia dois de Setembro.

Acompanhe o release abaixo para saber mais:


Novos episódios para animar as crianças. As novas aventuras da TURMA DA MÔNICA são as primeiras produzidas depois do acordo de co-produção do Cartoon Network com a Mauricio de Sousa Produções e vão ao ar aos domingos, em minimaratona das 11h* às 13h*, com reapresentação às 19h* no mesmo dia.

Prepare-se para acompanhar os planos infalíveis do Cebolinha contra o coelhinho da Mônica e pela liderança da turma, sempre com desfechos divertidos e cheios de ação. Cada episódio conta com pequenas histórias, que remontam o formato eternizado pelos gibis. A maior parte das histórias saiu diretamente dos quadrinhos, mas algumas foram desenvolvidas especialmente para o canal.

A aventura rola solta quando Cebolinha acha que encontrou um tesouro perdido de um pirata e pede à Mônica para resgatá-lo. Em outra história, Marina está empolgada em expor a sua arte na praça e, enquanto a boa amiga Mônica se oferece para ajudar, surge a inesperada concorrência de Cebolinha. A diversão não tem fim quando Cascão resolve se declarar para sua namorada Cascuda, ou quando os amigos Cebolinha e Cascão armam a maior bagunça dentro de casa. Magali, Dudu, Peteca, Xaveco e o resto da turma também estão sempre prontos para as confusões!

Para promover a série, a equipe de criação do Cartoon Network preparou uma campanha, com muito bom humor, que mostra os personagens do canal dando boas-vindas aos integrantes da TURMA DA MÔNICA. A campanha inclui anúncio impresso e peças para TV em que aparecem, por exemplo, o carismático gambá Pepe Le Pew, de O Show dos Looney Tunes, prova do próprio remédio quando o cheirinho do Cascão o faz desmaiar.

Em outro spot, a comilona Magali visita os moradores do Reino Doce, de Hora de Aventura, dando a maior dor de cabeça para a princesa Jujuba. Mônica também participa de outras duas peças. Na primeira, Gumball e Darwin, de O Incrível Mundo de Gumball fogem de Tina que, por sua vez, está sendo perseguida pela baixinha dentuça. Na outra, ela é “escalada” para manter a paz em Townsville, quando As Meninas Superpoderosas saem de férias.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Antigo, mas vale à pena - Shadow of the Colossus

Voltando à ativa. Olá gente, estou reavivando o Blo e acrescentando mais conteúdo ao mesmo. Mais do que simplesmente falar sobre os animes e mangás, que tal falarmos sobre todo o mundo envolvente do entretenimento, seja ele eletrônico ou não.
Pois bem, começando esta nova fase, vamos falar sobre SHADOW OF THE COLOSSUS!

Pois é, joguei este fantástico game para Playstation 2 na semana passada. Analisando críticas e reviews sobre o game, vi que realmente este foi um marco para os jogos PS2 e fui entender o porquê:

A jogabilidade é estranha. Os botões são usados de formas bem diferentes que o convencional, o que gera um certo desconforto no início (é o triângulo que faz nosso personagem pular, ao contrário dos demais, onde o X é quem "rula" - rsrs). Devo dizer que o direcional, feito pelo analógico também não é muito amigável, gerando stress em partes importantes do jogo. Resumindo, descobri que não é a jogabilidade que o fez ganhar pontos na crítica.

A história é também muito simples. Um cavaleiro apaixonado busca a ressurreição de sua amada, morta por uma maldição. Com isso, Wander quebra todas as regras de seu mundo, rouba uma espada sagrada e invade uma região proibida. Com seu cavalo, Argos, ele deve derrotar grandes gigantes.
Apesar da história, de certa forma cativante, o andar do jogo não é dos melhores, tornando-se repetitivo: Procuramos um colosso, matamos ele, somos possuídos por uma sombra e misteriosamente reaparecemos no santuário, de onde retomamos a jornada, gerando um ciclo até o ultimo dos gigantes.

Se a história é simples e a jogabilidade estranha, o que então cativa no SHADOW OF THE COLOSSUS??
1 - GRÁFICOS 2-UMA NOVA FORMA DE SE VER

Na verdade, estes dois itens estão correlacionados. Não me recordo de jogos onde a personagem principal é apenas um ínfimo frente ao cenários e aos inimigos. Normalmente somos grandes heróis e vemos tudo de "cima". Nestes casos, não me refiro à história (Como por exemplo Cratos, de God of War. Mesmo sendo deixado de lado e traído pelos deuses, o cara é o super mega blaster, no jogo, o que não é muito o caso de Wander).
Como já devem ter visto em outras sinopses, Wander é o menor de todos no game. Mesmo seu cavalo parece um gigante frente ao cavaleiro.
Resumindo, SHADOW OF THE COLOSSUS nos faz sentir grãos de areia, tanto pelo mundo criado, como pelos colossos a serem enfrentados.

Apesar de ser caracterizado como aventura, é a estratégia o carro forte para este jogo. Temos cenas de muita ação, incluindo a que está na figura acima (na minha opinião o colosso mais emocionante a ser derrotado - você precisa de destreza no Argos além de uma boa pontaria com o arco, AO MESMO TEMPO), mas, assim como PRINCE OF PERSIA, é necessário cabeça e uma análise do que o cenário e os próprios gigantes podem proporcionar para que sejam derrotados.

O FINAL!
Para não estragar a surpresa, digo que o final não é dos melhores, mas nos dá uma espécie de sequencia para outro jogo da marca, ICO. Já estou pegando este game para futuras postagens!!!

RESUMO:
VALE À PENA jogar e refletir sobre as mensagens deste game! Você já jogou, então deixe seu comentário sobre o game!

POSTS FUTUROS:
Os mitos e segredos de Shadow of the Colossus!